sexta-feira, 29 de agosto de 2008

AO AMOR, COM SEXO.

Este é um texto que fiz para um projeto de 3 meses de idade. Faltam muitos dias ainda. Assim - e se conseguir- irei mostrar aos interessados quando efetuado.

Leiam, caso queiram, claro.


Beijos, Baiano.( falta uma simples correção)


A minha epifania me visita como uma gangrena ao paralítico. “Todo amor é eterno, se acabou, não era amor”, disse o inapelável Nelson Rodrigues. A sonoridade desta frase é, dentre os ecos espectrais, a mais doce. As palavras cáusticas estão ligadas num frêmito ardor. Ainda hoje estava eu andando para comprar o remédio pra minha Renite( Sim, ela começa com maiúsculas. É uma pessoa, Dona Renite. Tem mais vida do que eu e é mais dona de mim do que um dia já fui. Todo dia, fielmente como uma gueixa de bordel, ela visita a clientela fixa.) quando avisto de soslaio um caso de jovens amores. Tomavam sorvete, um único e saboroso sorvete que padecia nas suas bocas. Os beijos gelados ardiam, faiscavam, invisíveis aos olhos curiosos. O amor jovem, realmente, me fascina. As juras que todo e qualquer casal prega como oficio perene é, sem delongas, o gozo metafísico do amor. Quem ama, de verdade, deve e, repito, é um dever jurar. Amar só é possível com juras. Esta certeza me leva a um caso da minha imaginação secular.

Lembro da Rua Feira de Santana( minha cidade era, e continua sendo, alcovas para várias outras cidades dormirem em formas de rua), esquina com a Amélia Rodrigues, onde vi, pela primeira vez, um casal de namorados. Naquela época o amor era vil e nojento demais para meus olhos. Beijar na boca era perpetuar o pacto de saliva, de mau hálito e, ainda mais, do descaro. Descaro, claro. Nunca, antes daquele dia, aceitei nada que não fosse uma singela ereção pelas minhas amigas de sala. Algumas, estas mais que outras, vestiam suas coxas com shorts nus. O short, naquela época, servia apenas para colorir coxas e nudez. Via-se, entre pernas e fachadas, todo o resplendor da mulher nua, da mulher instrumento sexual. Restava para nós, os abjetos do amor, chorar a saudade nos azulejos do banheiro. Percebo que fugi da minha própria revelação como se esta só me pertencesse enquanto ser nostálgico, mas volto ao ponto em que parei. O casal estava numa profusão carnal lancinante. O muro, se bem me lembro, vergava, numa espécie de arco arauto. A mulher estava com a face das nádegas contra a parede, numa complacente asfixia avessa. Perpetuavam, ali mesmo, toda posse carnal, toda essência humana sobre a virtude pervertida. Faziam, naquele momento, sexo invisível. Sexo de amor. O sexo irrevelável, septo e hediondo.

Volto a falar do Nelson e da sua fé translúcida. O amigo que nunca tive, senão em livros, é de uma sabedoria irrisória. Antes que me fuzilem com veredas sobre a distância atemporal das minhas e das palavras do Nelson, explico: Para o Nelson a sabedoria tinha e, ratifico, foi com certeza o menos importante. Ser gênio das frases, tornando-as siamesas na construção, foi de todo uma tarefa que exigiu uma virtude inexistente, mordaz e vendável. Enxerga a eternidade do amor é abdicar a genitália dos gênios. Nelson foi, com certeza, o mais humano dos argumentos; o mais sutil dos frasistas; e, ainda mais, o único gênio desmemoriado da própria genialidade. Foi através deste lapso memorial que ele logrou dizer as verdades mais solenes deste Brasil. O gênio Nelson morreu na hora do recreio, quando era humilhado por um pão com ovo. Isto mesmo. Um pão com ovo pode ser a maior humilhação de um homem.

Outro dia, caminhando pelo meu passado, encontro toda eternidade que desperdicei. Mulheres que nortearam minhas juras, que me arrancaram do leito sôfrego do horizonte morto. Foram corpos despidos pelas mãos dos olhos; beijados pela mão do sexo; e consumados pelo sexo das mãos. Quantas mulheres, e afirmo isto com certeza divina, perderam sua virgindade no banheiro masculino de mãos e pensamentos. O banheiro é o túmulo da virgindade. É lá que se enterram, sem que elas saibam, toda honra do hímen rompante. E foi justamente no banheiro que floresceu minha mais nova certeza- Toda eternidade é uma forma de amor e não o contrário. Entendam: O ódio eterno não passa do amor vagabundo, salafrário. A pena eterna não é senão o amor derrotado, paralítico. A felicidade é o orgasmo cântico do amor. E o próprio amor é, dentre todos, uma doce e senil argila matricial.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

IRRITAÇÃO, FELICIDADE E NOSTALGIA.

Este é um post indignado. Se vocês sentem medo, receio ou pestanejos sobre a vilania das palavras não leiam isto, certo?! Eu estou sem humildade hoje. Estou me achando o tal. O bam-bam-bam. Isto mesmo. Sou arrogante agora, muito arrogante. Consegui um objetivo que traçei para um semestre. Um sonho se forma e eu sinto os sorrisos de minha alma. Gargalhadas. Uma alma com falta de ar, com veias saltando do pescoço. Eu consegui meu estágio, lutei, batalhei e a sensação de vitória, por mais que se pareça idiotismo, é ótima. Venci uma das infinas batalhas que minha vida pede. Estou bem. Confortado como um Colero de gaiola.
Deixando de lado as divagações chatas, digo: Existem duas vagas pra Diretor de Arte em duas conceituadas agências do cenários sergipano. Ab e Total. A vaga da AB está aberta faz mais de uma semana e quantos portifólios foram recebidos?! NENHUM. Isto mesmo, meu amigo. Ninguém se mexeu. A preguiça foi a única que correu para realizar seu objetivo.
Vamos mudar este cenário, vamos correr contra a corrida da preguiça. Por lei da natureza somos seres autônomos e dotados de vida. PRECISAMOS deixar a condição de pensador pra Rodin e sua obra. Vamos correr. É possível. É justo. É complicado.

E, além de tudo, é reconfortante ser resultado do seu esforço.
:*

domingo, 24 de agosto de 2008

MUITO BOAAAAS!

EU ESTUDO PRA CHEGAR PERTO DISTO, E VOCÊ?
Para uma melhor visualização clique em cima das propagandas!



















sexta-feira, 22 de agosto de 2008

JOGO DAS MARCAS!

"O desafio é muito simples: reconhecer o maior número de marcas. Mas não é tão fácil quanto parece, já que somente pequenos pedaços dos logos das empresas são mostrados. Faça o download do jogo e quebre a cabeça."






Download do JOGOS DAS MARCAS citado por Jaci na sala de aula.
Baixem, joguem e coloquem as pontuações que fizeram!

Vamos ver quem vai ganhaaaar! É SÓ COLAR O LINK NO NAVEGADOR!!!
:DDD

http://casadogalo.com/arquivos/jogomarcas.XLS

MINI-NOVELA- Nome pra ser decidido!

Dezi estava no quarto azul-turquesa. Seu sorriso contrastava com a ambientação tétrica do ambiente pesado e fosco. A poeira revelava consteações estrelares das mais soberbas vontades. Dezi estava encostada no criado mudo, não o móvel e, sim, seu próprio criado. Chamava-se Flober, cria do próprio desejo vil daquela mulher exuberante. A mulher em questão vestia uma nudez das mais insaciáveis. Uma cinta liga cobria as pernas, deixando negra toda aquela abundância de carne macia e cheirosa. Nos pés percebia-se um tamanco do salto mais fino e alto. Tão fino quanto os vinhos ancestrais, tão perfurante quanto os olhos do gato na escuridão. Ela era irrefletida, cheirava a sexo animal e deixava ofegante qualquer olhar. Havia trocado maridos por amantes e todos os amantes que haviam se aventurado em casar com ela foram trocados pelos amantes que viriam. Era o ciclo vicioso que ela mantinha, sua maior benção de mulher corrupta da virtude alheia. Certa vez, num dos bares da vida, Dezi flagrou-se ouvindo farpas de outra mulher:

Nívea- Tomaste meu único amor, sua cretina. Foste tão bélica e sanguinária que me fizeste corna do meu próprio corno que dei. Meu marido há de saber que seus chifres são acaso, foram nada perante a tua hediondez. Você me fez corna da minha própria traição.

Dezi não dera a miníma. Estava no seu papel de mulher diabólica. Este caso fora o último constado no currículo da devota de Santa Traição. Este, por sua vez, chamava-se Flober. Garoto apático de vida singela, mas nas alcovas mais sombrias da cidade correm rumores de que ele tinha um largo pênis. Mulheres declamavam saliva ao falar deste Senhor de grandes dotes. Teve uma, mais afoita, que logrou dizer que a postura daquele membro parecia uma ponte com destino ao mais doce dos prazeres. Dezi havia surtado com tamanho, sim, com tamanho prazer. Não se tratava de nada metafísico, mas, sim, de um prazer tocado, preso no próprio concretismo de arrancar a volúpia dos gritos femininos. Eles estavam entregues ao mundo da escravidão de volúpia e soberba.

Flober declamava aos ventos:

-Ah, amada mulher de mil desejos, ardestes meu fogo, queimaste minha própria chama com tua incessante volúpia. Estou absorto nos teus dotes, presos em teus seios montanhosos, ah, amada mulher...

Dezi, entorpecida e embriagada, declamava, na sua voz estridente e formal..formalíssima:

- Para de falar coisa e faz logo teu serviço bem feito. Vem pra cá, safado. Nem entendo nada do que tu diz mesmo.

De súbito, Victor entra no quarto daquela que ainda era sua mulher. Estava com uma foice numa das mãos e seus olhos exalavam sangue.

Mal sabem todos que Nívea pretende incendiar a casa. Está escondida na cozinha. Pretende soltar o gás, riscar o típico fósforo da morte e colocar tudo, inclusive ela, para os ares. Nívea soluçava um choro contido, baixo..

-Ah, Flober, porque me trocaste por uma qualquer, sendo eu tua única e verdadeira paixão. Que saudades sinto de você e do seu...

Continua...


(Nomes e personagens fictícios)
:D


Baiano.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

RELATO-SALA 60



Toca-se a sineta. Parece uma manada de ninfomaníacos numa praia de nudismo. Adentram na sala, estão ofegantes, suados, perfumados(alguns e algumas). Os grupos vão para os lugares marcados pela hierarquia. Passaram tanto tempo sentados nos mesmos lugares que acabaram ganhando o direito por uso capião. As meninas no canto junto com a sacerdote de Silvío Santos(Nossa querida Thyssila). No outro lado encontram-se os silenciosos que são acompanhados pela nossa musa e cantora Lilian. No fundão, na bagaçeira, na periferia sangue bom, vejo a galera da conversa mais alta, dos risos mais estridentes e da alegria irradiada. Na meiuca estão os que dizem querer algo mais. Estou sentado neste local à direita de Deus-pai-todo-poderoso.
Aula de Santana e suas roupas sociais com tênis da época paleozóica. Dizem que ele usava este tênis para fazer cooper com os dinossauros da vida. Ele vai começar a falar, cara, todo mundo sabe que ele não vai mais parar. A tristeza está em nossos olhos. Não choramos porque as lágrimas foram petrificadas pelo congelador, digo, ar-condicionado. Ele fala seu blá-blá-blá. Depois passa pelo Big Brother 1, 2, 3, 4, 5, 6 ,7,8. Estanca no 9. Começa a falar sobre os possíveis concorrentes, mas como ele sabe isto, SANTO DEUS!? O relógio está gostando da situação. Ele nos olha com seu óculos em formato de "8" e nos dá dedo com o "1".
Finalmente chegamos perto da chamada. Eu estava deitado em minha carteira. Olho pra sala e vejo que houveram centenas de sequestros relâmpagos. Não há muitas cabeças por lá. Mas a manada parece ter sexto sentido. Santana abre a ficha, pede uma caneta emprestada e quando respira para falar o primeiro nome...BUM! As portas da esperança se abrem. Entram todos! Menos Léo, claro! A chamada corre sem risco nenhum. Santana se retira e começa o gostoso bacanal.

Thyssila- Chocolate! Quem vai querer?! Olha o chocolate! Gostosinho, marronzinho e crocantinho!

Conha- Chegado, a parada é o seguinte: Vamos comprar mil litros de Pitú e ir se embora, tá ligado?!

Doulgas- Sooohhh!

FLAUBERT- Eu não acho que seria certo me retirar do recinto. Acho que estou elevando minha sabedoria ao me manter aqui. Vejam bem: Na antiquidade era raro as pessoas terem tempo para estudar. Não acho que seja certo! Eu pego 6 ônibus sujos e imundos para ficar aqui...

TODOS- ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ

BATATA- Cara, vamos pilar um cigarrão e fumar até dar cãimbra.

Bruno( não, ainda não sou eu) está lá na sua condição de Eunuco. Repleto de mulheres! Ah, mulheres! Sabe aquela história de arame liso? Tá.
Baiano e sua voz de matuto nordestino ficam gritando lá fora. Ele não consegue falar baixo. E não é mal de família. Gabi está concorrendo com ele. É um duelo e tanto. Pedro está distante. Ouve-se seu jargão sobre pegar todas as professoras do mundo.
Lilian está cantando seu mais novo hit- Pagodinho de Jesus. Luís, Franciso e Mateus estão fritando na cantoria!!
Deyse está no seu lugar. O covil da putaria! Está gritando no celular. Percebe-se os gritos de: "Você é corno! Eu não quero mais você. Seu corno. Eu dou pra outro."
A sala 60 não se resume, não se amplia..Ela se acomoda. É uma empreitadada de vozes. Um misto de bagunça com quero ser alguém. Um crescimento pragmático.


Apenas um breve relato. A idéia inicial era uma crônica. Mas farei mais adiante.


Baiano.
Cara, eu tinha que vir aqui. Elogiar o post do nosso bucólico Vitor. Download e as porras...Não é qualquer um não!
A semana correu bem. As férias, AINDA E GRAÇAS AO BOM DEUS(Sim, eu estou vagabundo), continuam perdurando nas alcovas da Unit. Segunda-feira eu cheguei logo quando Liliane decidiu não fazer nada, mas irei fazer um breve ensaio sobre ética, banco de dados, mala direta e etc nos dias seguintes. Eu não sou capaz de colocar algo que realmente não signifique nada lá, então estou terminando de ler " A conquista da atenção" de Richard P. Adler e postarei aqui para os magnânimos coleguinhas.

Acho que o acontecimento de mais repercussão e importância para imprensa local foi a volta( com Show vip) da nossa Gretchen Cover. Ela rebolou, dançou, arrancou sorrisos e a libido de todo mundo. Arrisco dizer que até as meninas foram persuadidas pelo bun...Charme dela!
Obrigado por matar nossa nostalgia.


Voltando ao assunto de cunho sério. Estou com dúvida: Amanhã iremos padecer na aula de estachatística ou teremos uma professora de Fotografia? Cara, 3 semanas sem professora é fod...



Bem. A aula de Jaci foi( como sempre e sem baba ovismo aqui) a nossa maior colheita. Além de levar a aula de maneira sutil e impetuosa, nossa professora mais querida deu orientações para resolução de qualquer dúvida. Aguardo ansioso o trabalho sobre a Publicidade e as Eras e nossa turma tende a surpreender. Prestem atenção em todos os trabalhos. É de proveito passional de todos.

Sexta iremos receber o velho resultado da prova mais difícil que fizemos. Espero que esta empreitada PERIFÉRICA não deixe muitos no caminho. A vida é assim. Força moçada.

Estudem para Liliane. Corram atrás e não fiquem acomodados apenas com as Xeroxs de 2 reais que ela faz questão de colocar na gráfica. Somos mais que Xerox, certo?

Bem...Sei que já foi avisado na sala, mas reconheço que grande parte da galera tem sérios problemas auditivos então não custa postar aqui tbm. Em letras garrafais, please.


VAGA PARA ESTÁGIO NA AB CONSULTORIA E MARKETING. PROCURA-SE DIRETOR DE ARTE, PELO AMOR DE JASON. OPS, JESUS. TURNO: MANHÃ. SALÁRIO: NÃO IMPORTA, MAS DIGO ASSIM MESMO: MEIO SALÁRIO MINÍMO.CORRAM!!!!

Vou me despedir aqui, pois vou pra mais um post. Escrever alguma crônica bacana sobre a sala.



Beijos, Baiano feliz. Isto é raro.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Que dureza...




Bóóóóóóóaa noite, coleguinhas.
Começando com uma explicação bem concisa pelas remotas atualizações:
Preguiça.
E uma pitada de falta do que falar.

As aulas como todos estão vendo (‘todos’, lê-se: todos menos Léo, o turista.) estão cheias de um completo vazio.
Tá, exagerei um pouco, mas só um pouco.

Nessa segunda eu cheguei meio atrasado e tal, mas peguei um pouco do debate que teve na aula de Liliana. Que alguns nobres colegas lá participaram, (eu não, não tinha lido nada sobre e já acabava de cair de pára-quedas na aula, me reservei o silêncio dos sábios, ou idiotas, como preferirem).
No debate, foi falado um pouco sobre a tal influência que os clientes têm sobre as peças, que como Bruno falou num post anterior, é ‘quase onipotente’. As opiniões um tanto quanto xiitas de alguns consumidores que tratam a Publicidade como um bicho de sete cabeças, que pretende influenciar para o mal, e somente o mal, todas as criancinhas. Todos aqueles estereótipos e tal.

E meu Deus, que eu não prestei atenção na aula mesmo, deu pra notar pelas baboseiras que escrevi aqui em cima.


Mas enfim, aqui eu vou colocar um link para um arquivo .rar com os assuntos de 4 das matérias, ta faltando justamente da matéria de Liliana. Acho que Bruno tem, depois peço pra ele postar. Sim, só o que foi colocado no quadro mesmo, pode ser útil para quem não copia as coisas do quadro como eu, eu sou um completo cego dos olhos.



Download dos Assuntos




Com o tempo a gente vai colocando resumos já preparados sobre alguns assuntos e tal. Vou aproveitar que estou em solo pauloafonsino, com internet 24hr, e vejo se atualizo essa bagaça antes de domingo ainda. É, aí em Aracaju eu moro numa caverna sem internet, só uso em lanhouse’s.

E finalmente, algumas pessoas já devem ter deduzido o por quê da imagem ali em cima, eu acho.

Com a primeira postagem do “Pega no meu Briefing” feita pelo nosso estrombólico colega, Bruno Rafael, que repercutiu de maneira estrondosa nos sites, blogs e revistas do meio publicitário... A nossa sagaz professorinha de Fotografia foi demitida da UNIT. Pelo menos foi o que nos foi informado, mas eu tenho fontes mais seguras que afirmam que a viram indo para o presídio em que Conha foi mantido em cárcere lá em Penedo. Deve estar lá dando risada das merdas que encontra pela cela, ou fazendo uns ensaios de nu, com os abajures dela. Enfim, agora eu aprendo Fotografia.



E tá uma merda esse post. Tô com sono, cansado de viajar 6hrs dentro de um ônibus imundo e sujo e de escrever esse post sentado no chão, com o notebook apoiado num banquinho de madeira com uma vaca desenhada nele.

É, que dureza...


Vitor



quinta-feira, 14 de agosto de 2008

LINGUAGEM DE JACI, OPS, PUBLICITÁRIA

Cara, esta foi uma das aulas mais construtivas, divertidas e interessadas do curso! Enfim nossa publicidade vai se aflorando na vida.
Um breve resumo do assunto, de maneira irreverente, constará aqui para auxiliar os nobres colegas no estudo para a prova. Antecipo que isto não se compara ao ensino de Jaci. Então, garotinhos e garotinhas, sem conversas paralelas e atenção em todas as aulas!

Bem, Linguagem Publicitária, ao que parece, irá nos libertar na condição de consumidores. No sentido figurado, claro. Enfim muitos de nós-aqueles que prestarem atenção, estudaram e etc- irão poder entender a constituição das mensagens veiculadas pela midía. Afinal, aquilo tudo é resultado de técnica, trabalho , criatividade e um pouco de inspiração. Nada de "coisas do além", por favor. Toda e qualquer publicidade( as sérias, claro) depende de vários fatores. Primeiro, amigos, temos o Senhor Target. Ele é dono de tudo que vc imagina. Quase onipotente.( se ele souber deste "quase" aqui posso até ser demitido). Entendemos então: Tudo começou com o aumento da produção industrial. Cara! Era muiiiiiiiita coisa sendo produzida. Variedades de coisas. Coisas, coisas e mais coisas. E, sendo assim, os donos das coisas não iriam querer, de maneira alguma, que estas fossem esquecidas, certo!? Bem simples. Uma necessidade de consumo. Isto! A necessidade de consumo aumentou!!! Mas, mas, mas...para consumir qualquer coisa que fosse, tornou-se necessário predicar, mostrar e mostrar mais uma vez o produto. Foi consolidando, então, a formação da linguagem publicitária. Isto tudo para poder saciar todos os produtos. Até aqueles que você não quer. Eu, por exemplo, até hoje não sei o motivo de comprar meu celular. Fui alvo da necessidade imposta.

A linguagem publicitária, caros coleguinhas, destina-se a apresentar:

- as características reais do produto
-características subjetivas

Ou sejaaaa..Esta é a parte mais legaaaaaaaaaaaaaaaal. Iremos persuadir nosso Senhor Target mostrando que eles precisam do nosso produto. Tudo isto usando a comunicação!

Claro que a linguagem usada na publicidade não ia estagnar no tempo. Assim como a demanda cresce, os consumidores tornam-se diferentes, os produtos tornam-se outros e etc. Senhor Target passando de menininho pra adolescente torna-se necessário uma maneira nova de conversar. A Linguagem Publicitária vai, então, evoluindo conforme a necessidade.
A linguagem dos Reclames era por demais objetiva, clara e direta. Nada de conotação pra cá e pra lá. Chegou-se, então, os intelectuais para reformular este conceito. Mais adiante estudaremos sobre fonemas, rimas e estratégias para formulação de propagandas.
Na década de 50 as escolas de comunição dão o ar da graça e multiplicam-se as agências de propaganda. Nesta conjuntura a linguagem da propaganda passa por mais e mais mudanças. Sabe-se que devemos nos aproximar do Senhor Target para, assim, ganharmos confiança. Somos -e guardem isto para sempre- amigos desconhecidos do Senhor Target enquanto eles são os nooooooossos melhores amigos. Quanto maior preocupação for mostrada com ele, mais fácil será ganhar a confiança e, claro, o consumo. Seguindo esta linha percebemos que uma fala coloquial garante maior identificação com o grande público!
As formas de abordagem, tanto a formal quanto a coloquial, são usadas hoje em dia. De certo que é necessário avaliar as situações tidas para decidir por qual via iremos seguir. Formalidade é bom quando queremos valorizar a nobreza. Mas se eu quero mostrar um barzinho cheio de amigos...nada melhor que um bate boca bacana.

Umas das frases que, ao meu ver de aspirante, concluem beeeeem nosso estudo de terça é a seguinte:
"O tipo de linguagem usada nos comerciais é uma forma de atrair o leitor e facilitar o conhecimento da mensagem que se transmite."


Bom estudo, amigos.
DICA DE HOJE: Leiam Redação Publicitária. Jorge S. Martins.

;D
Garantia de uma boooa nota na matéria!


Abraços.

Baiano.

domingo, 10 de agosto de 2008

EXTRA-EXTRA!!! EM PRIMEIRA MÃO!


Estava cá comigo pensando sobre o andamento do semestre sem a nossa já famosa Gretchen Cover quando recebo a inusitada resposta via msn de que há UMA POSSIBILIDADE de volta!!
Nossa querida, idolatrada e sexy( very sexy) bun..Deyse está, segundo minhas fontes, acertando as bases salarias para continuar mexendo, rebolando!
Peço, humildemente, que rezem. Ateus encontrem um jeito de pedir aos céus por esta volta. Macumbeiros apostem minha vida nisto! Católicos façam o que sempre fazem mesmo. Evangélicos... GUARDEM MEU LUGAR NO CÉU, PLEASE.

VOLTA...VEM VIVER OUTRA VEZ AO MEU LADO, FÉRIAS.




COMEÇAM-SE AS AULAS, MAS MANTÉM-SE AS FÉRIAS.


Bem, fugindo ao lapso dado na semana que se passou, venho, com o poder que me foi dado, estrear o blogzão. A semana foi praticamente irrelevante, já que os assuntos abordados na sala de aula foram, entre tantos, as férias tediosas. Segunda-feira, Liliane, professora de Atendimento Publicitário, veio apenas declamar seu discurso de sempre" Silêncio ou morte", fazendo uma simples alusão aos joviais amigos que não querem nada com a vida. Escreveu algumas coisas no quadro, mas notem: Nada que um leitor de Gibis da Mônica não saiba.
Terça-feira foi a aula dela, Jaci, nossa querida professora de Linguagem da Propaganda. Sempre levando a aula com bom humor e rédeas curtas para zunidos agudos dos colegas( já conhecidos pelo portifólio negativo). A aula passou articulando o estudo que se dará neste semestre, demonstrando, enfim, o carácter publitário que muitos( e eu) esperavam. Finalmente vamos cair de boca( eu naõ e sim vocês!) no mundo da publicidade e das suas formas mais dissonantes de interpretação. Iremos estruturar, ao que parece, nossa primeira campanha. Será formada de peças fantasmas, já que ainda padecemos de clientes e, ainda mais, de emprego. Lógico que não percebi muita preocupação nos olhinhos dos colegas. Estão satisfeitos com a condição de estudantes perenes. O que é uma pena, mas não posso fazer muita coisa. Afinal...Somos concorrentes.
História das artes apareceu no primeiro horário da quarta-feira, mas ficamos apenas na história mesmo. Como de costume, Claudinha( não, ela não é nada Leite) falou sobre suas férias e adiantou que iria viajar durantes as próximas semanas. Tudo dentro dos conformes. As aulas de Wikipédia não farão tanta falta na grade curricular de ninguém. Resta, aos afoitos por conhecimento, esperar a próxima prova, mas antecipo que estudem muito, please! Segundo minhas fontes sérias a prova irá surgir com dificuldade elevadissímaaaaa. Aumentaram-se as linhas de 35 para 40. Sugestiono que estudem muito... E preencham com a mesma baboseira. A nota nunca será tão baixa. Salvo raras exceções,afinal nossa sala é uma miscegenação de desaculturados, não-leitores e sortudos! Tirando Batata, claro. Ele é CULT.
Ainda estamos na quarta, lógico, pois seria irracional ir pra faculdade apenas para gastar nosso precioso(?) tempo. Depois de uma aula de "como não se deve manter o ensino superior", assim apelidado de inferior por mim, corremos para aula de Marketing I. Nick, conhecido back vocal de Gretchen cover, acaba indo pela mesma linha do semestre anterior. Muita irreverência, misturada com seriedade, formam um professor de bipolaridade instantânea. A aula correu sem muitas delongas e o sentimento de perda irreparável fulgurava nos olhinhos dos colegas. Deyse havia saído do recinto e morria ali o vulto da nossa queridissíma Gretchen particular. Flaubert e sua ereção irão ficar sem combustível...pelo menos até Juliana descobrir o talentãozãozão que Deus fez questão de expor.
Chegamos, desacostumados com a rotina árdua proporcionada pela faculdade, na quinta-feira. A aula de estatistíca foi( como imaginado) repleta do suor advindo das pestanas desacostumadas a pensar. Matemática no decorrer do curso irá se mostrar muito irônica. Esperemos pra ver.
Enfim...chegamos até a nossa queridissíma Borba, vulga professora de fotografia. Seguiu-se relatos sobre suas experiência profissionais tão, tão...chatas e desnecessárias. Falou-se sobre seu gosto acerca do Nu Artistíco e eu encontrei as várias questões que nasceram disto: O que porra estou fazendo aqui? Borba, ou melhor, Pseudo-Professora ainda falou sobre as câmeras analógicas e digitais, dando uma rápida pincelada sobre este assunto tão insignificante para alunos de fotografia. Estou sendo irônico.(Só pra constar mesmo.) Ela misturou o cocô visto no presídio que ela visitou, predicando a condição de vida dos presidiários e minha esperança inabálavel ficou esperando, enfim, a aula de fotografia. Descobri, de maneira tardia, que esta não era intenção da nossa professora. Fica a dúvida: Eu irei conseguir viver numa cadeia ou terei que me tornar publicitário por estar cursando a faculdade de Publicidade e Propaganda? Nosssa! Para não falar que foi aproveitamento zero assumo que aprendi o seguinte: O ensino superior não ajuda muito quando se é preso. Aquela conversa de cadeia especial é uma lenda. Certo, Borba?
Sexta-feira eu faltei, então não tenho muito para relatar. Sei que não perdi nada. Aula de Informática apenas taxativa e para completar a grade curricular.


Espero que todos possam usufruir das aulas que teremos. E que se esforcem ao máximo para manter um ambiente propício ao bacanal da aprendizagem. Deyse irá deixar a sala num luto perene. Flaubert está namorando, então: NÃO DESISTAM DO SEU SONHO!

Continua tudo do mesmo jeitinho. Cada qual em seu cada qual.

Beijos aos queridos coleguinhas.


Baiano.